No ondular da sabedoria, cabendo na calma da arvore enraizada. No seu âmago, lá onde as raízes profundas tocam o quente da mãe terra, mora uma criança sorridente.
De pele morena, osso miúdo, penugem escassa, olhar rugindo em movimentos ágeis cor de raposa.
A descobrir, sempre a luzir, mesmo no escuro de uma vala onde a tristeza sucumbe em terra macia, cheirando como húmus vestido em corpos de seres e plantas de seiva corrente.
Aquecido em chamas de fogueiras vivas, que comem lenha e dão calor, estalando os cavacos, fazendo fugindo formigas para o seu abrigo.
Mergulhando em sal de ondas perdidas, banhado em cascatas de águas vivas que pingam nas saias do vento.
Elevando-se no ar, puxado para leste, empurrado para norte, caindo a sul, experimentando oeste...
Fluindo e sendo em devir, como oferta à força que tudo leva - o tempo.






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Hay Quienes Ven Cosas Y Se Preguntan Por Qué ?...
Pero Yo Sueño Cosas Que Nunca Han Sido y Me Pregunto: Por Qué No ?
~mexicanos : *Manipulators : =DarkArtists-Inc : ~Infinity-Arts
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Perturbadoramente*
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Akasha D'Eville
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Deville Photography: [link]
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